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Muitas cidades no Brasil, em especial longe dos grandes centros, não tem sinal de Tv aberta de qualidade, nem analógica e muito menos digital. Os provedores de Internet podem aproveitar essa lacuna para oferecer o serviço de televisão com qualidade digital em alta definição por meio de uma solução nacional, de baixo custo e fácil implantação.
Denominada “TV na Fibra”, a solução foi desenvolvida pela Zapi Service, de São Paulo, e em parceira com a empresa Mundo Sat que entra neste canal como consultor de vendas e instalação do produto. TV-na-Fibra consiste no envio de sinais e TV digital aberta (ISDB–Tb) sobre a fibra ótica. A empresa quer atingir principalmente os provedores menores, que atuam em municípios onde a transmissão de televisão deixa a desejar. “É uma alternativa muito mais econômica do que o IPTV, que exige altos investimentos no usuário final e muitas vezes acaba inviabilizando os serviços”, diz Luiz Roberto Ferreira, engenheiro da Zapi Service, departamento da Zapi responsável pelo desenvolvimento e comercialização do produto.
A “TV-na-Fibra” funciona da seguinte forma: no headend do provedor de internet, as antenas de recepção captam sinais de televisão igual digital aberta tanto em UHF como via satélite e fazem o processamento para o padrão brasileiro ISDB-T, posteriormente os sinais passam pelos equipamentos de equalização, conversor óptica, combinadoras e amplificadores para poder trafegar sobre a fibra do provedor. Já na casa do cliente, antes da ONU, componente simples de baixo custo, realiza a conversão do domínio óptico para RF. O dispositivo pode se conectar a qualquer televisor digital via cabo coaxial, dispensandoset top boxes. “Esse é um grande diferencial da nossa solução”, diz Ferreira.
Os conversores, fabricados pela Zatech, são fornecidos em dois modelos: o mais simples pode alimentar simultaneamente até 4 TVs no cliente, e mais sofisticado atende até 15 aparelhos. “Não são mais necessárias antenas de televisão na residência e a qualidade de transmissão é excelente”, diz. Os equipamentos que fazem parte do pacote são fornecidos pelos parceiros da Zapi-Service como Wisi e a Zatech. Todo suporte técnico, programação orientação tecnológica e assistência ficam a cargo da Zapi-Service.
Segundo o engenheiro, o sistema não interfere no tráfego de dados do cliente. “Não há complicações para sua operação e não coloca em risco a velocidade e qualidade da Internet, pois não consome absolutamente nem um bit do fluxo de dados de sua operação”, diz.
Ao melhorar a qualidade do sinal de TV aberta, o provedor pode agregar valor e fidelizar seu cliente, que muitas vezes precisa contratar serviços de TV por assinatura ou instalar antenas parabólicas para assistir a canais abertos.
Com o “TV-na-fibra”, diversos canais abertos podem ser captados pelas antenas do headend, incluindo os principais, como Globo, SBT, Record, Band e até canais internacionais.
O produto também está preparado para receber sistemas de transmissão paga, como IPTV e TV por assinatura via satélite. Basta Colocar um set top box utilizando o mesmo cabo coaxial dentro da casa do assinante. Um dos parceiros é a iON TV, da Unotel, que dispõe de pacotes de TV por assinatura com até 69 canais. A VB oferece a iON TV e também está testando a criação de canais próprios, voltados para os acontecimentos da cidade, que tem 9 mil habitantes, como rodeios e festas. “Vamos também colocar câmeras HD nas igrejas locais para a transmissão das missas e cultos”, diz Rodolfo Ferreira, também sócio da VB Telecom, que no momento está estruturando o modelo comercial do negocio de televisão usando “TV-na-Fibra”.
O executivo da Zapi-Service acredita em um grande potencial de mercado, pois enquanto a transmissão de TV é ainda sofrível nos locais mais remotos, a instalação de banda larga está crescendo rapidamente, com os provedores regionais chegando a um numero cada vez maior de residências. A empresa aposta na longevidade do padrão ISDB-Tb.